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Amostragem de solo

Amostragem de solo

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As informações a seguir tem como objetivo auxiliar estudantes, docentes, profissionais da área ambiental e empresas de consultoria que atuam no gerenciamento de áreas contaminadas.

COLETA DE AMOSTRAS DE SOLO

Na avaliação ambiental confirmatória, que consiste na segunda etapa do gerenciamento de uma área contaminada, é realizada a primeira amostragem de solo.

A amostragem de solo é realizada em todos os pontos de investigação definidos na avaliação ambiental preliminar (primeira etapa do gerenciamento) através da determinação das áreas de investigação, ou seja, suspeitas de contaminação e com potencial de contaminação.

Tais áreas são definidas de acordo com o histórico de atividades da área e dos compostos utilizados no local.

Sendo assim, a amostragem de solo é realizada, enviando amostras para análises químicas dos compostos de interesse para o laboratório responsável, o qual emitirá os laudos com os resultados analíticos.

Após esta etapa, se for constata contaminação em fase retida, através da comparação dos laudos analíticos com os valores de intervenção determinados pelo órgão ambiental, e a contaminação não estiver delimitada, a amostragem de solo poderá ser novamente realizada na etapa seguinte do gerenciamento de áreas contaminadas, que consiste no estudo técnico de investigação ambiental detalhada.

A realização da amostragem de solo consiste em inserir na sondagem de investigação um amostrador tubular descartável, denominado liner, cravado no solo a cada metro perfurado.

A utilização de liners na amostragem de solo tem como principal objetivo evitar a perda dos compostos voláteis, uma vez que a amostra sofre o mínimo de deformação possível.

Após a cravação do liner, o mesmo é trazido à superfície para medição dos compostos orgânicos voláteis (VOC) auxiliando a seleção das amostras a serem encaminhadas para o laboratório.

Selecionada a amostra a ser enviada para análises químicas, é realizado o manejo da amostra do interior do liner para o frasco apropriado, através de uma seringa descartável, ajudando a manter a estrutura da amostra de solo.

As amostras são então armazenadas em caixas térmicas com temperatura de 4ºC (± 2°C) até a entrega ao laboratório.

Com o intuito de evitar a contaminação externa durante a amostragem de solo, os equipamentos são lavados com detergente não fosfatado e enxaguados com água potável. As hastes do amostrador são enxaguadas com água deionizada, estando em conformidade com as orientações das normas vigentes.

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