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Coleta de solo para análise

Coleta de solo para análise

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As informações a seguir tem como objetivo auxiliar estudantes, docentes, profissionais da área ambiental e empresas de consultoria que atuam no gerenciamento de áreas contaminadas.

AMOSTRAGEM DE SOLO PARA ANÁLISE

Nas etapas de gerenciamento de áreas contaminadas, tanto a investigação confirmatória quanto a detalhada, é realizada a coleta de solo para análise química. Essas amostras são enviadas para laboratórios acreditados pela ISO 17025:2005.

Em 2015, foi criada uma nova norma (ABNT NBR 16434:2015) para coleta de solo para análise de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis), sendo estabelecidos procedimentos e métodos de preservação de amostras para que não haja perda de compostos voláteis. Concomitantemente a esta, foi disponibilizada a ABNT NBR 16435:2015 que trata sobre o procedimento para o controle de qualidade na amostragem para áreas contaminadas.

O método de cravação de liner é o método comumente utilizado para uma melhor coleta de solo para análise. Existem vários tipos de amostradores no mercado, com seus prós e contras:

  • Single tube: trata-se de um tubo simples, revestido internamente com o liner, que é introduzido no solo sempre aberto na sua extremidade inferior. Ótimo para coleta de solo para análise superficial (até 1,50 m). Profundidades maiores podem arrastar materiais de cotas superiores.
  • Dual tube: o amostrador e o revestimento tornam-se uma composição única, mantendo a perfuração toda encamisada durante o processo de coleta de solo para análise, sendo o liner introduzido vazio e retirado com as amostras de solo internamente aos revestimentos. A grande vantagem dessa operação é manter sempre a perfuração revestida e a agilidade no processo. A grande limitação da ferramenta é a perfuração na zona saturada com o fluxo ascendente que carreia o material para dentro do revestimento.
  • Piston Sampler: trata-se de um amostrador que utiliza o liner para o acondicionamento da amostra e que é introduzido ao solo fechado por uma ponteira. Este tipo de amostrador é introduzido fechado por uma ponteria metálica que é liberada na cota desejada. Para argilas muito moles e areias fofas a ponteira do amostrador pode dificultar a entrada do material para o interior do amostrador. Com o método não há perda significativa de compostos orgânicos voláteis (VOC), sendo assim a coleta de solo para análise consegue atingir níveis de confiabilidade maiores.

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