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Serviços

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Amostragem de água subterrânea em poço de monitoramento pelo método de purga por baixa vazão

A identificação de contaminantes em fase dissolvida no aquífero freático é realizada através de análises laboratoriais em amostras de água subterrânea coletadas em poços de monitoramento.

Conforme a Resolução SMA nº 100, de 17/10/2013, a amostragem de água subterrânea deve ser realizada pela metodologia de amostragem por baixa vazão por empresa acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro (CGCRE) em conformidade com a Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005.

Durante a realização da amostragem, são monitorados parâmetros físico-químicos indicadores de qualidade, tais como: temperatura, condutividade elétrica, potencial hidrogeniônico, potencial redox, oxigênio dissolvido e turbidez.

Para o monitoramento dos parâmetros físico-químicos, é utilizada uma bomba de vazão controlável para causar o mínimo de rebaixamento na coluna d’água do poço amostrado, coletando uma amostra representativa do aquífero freático, com mínima volatilização dos compostos químicos e baixa concentração de sólidos em suspensão.

Após a estabilização dos parâmetros físico-químicos, eliminando a possibilidade de coletar a água estagnada dentro do poço, é realizada a coleta da amostra representativa das condições reais do aquífero.

As amostras são então armazenadas em frascos específicos sendo mantidas em temperatura de 4ºC (± 2°C) para posterior entrega ao laboratório.

Amostragem de água subterrânea em poço de monitoramento pelo método de purga por baixa vazão

Amostragem de água subterrânea em poço de monitoramento pelo método de purga mínima

Este método de amostragem é utilizado quando o poço de monitoramento possui pouca coluna d’água ou então quando o aquífero freático apresenta baixa recarga.

A purga mínima é realizada para medição dos parâmetros físico-químicos indicadores de qualidade (temperatura, condutividade elétrica, potencial hidrogeniônico, potencial redox, oxigênio dissolvido e turbidez), descartando o volume de água correspondente ao equipamento e a tubulação.

Após o procedimento, inicia-se a coleta das amostras de água subterrânea em frascos específicos sendo mantidas em temperatura de 4ºC (± 2°C) para posterior entrega ao laboratório.

Amostragem de água subterrânea em poço de monitoramento pelo método de purga mínima

Amostragem de água subterrânea em poço de monitoramento pelo método de purga de volume determinado (bailer)

Este método consiste na remoção de determinado volume de água subterrânea do poço antes de se proceder à amostragem, com a finalidade de assegurar que a água representativa da formação será coletada.

Com base no diâmetro do tubo-filtro, profundidade do poço e nível d’água, é calculado o volume de água contida no poço, que multiplicado pelo número de volumes que deve ser extraído, define o volume total de água a ser removido durante a purga.

Neste método, também são monitorados os parâmetros físico-químicos indicadores de qualidade, tais como: temperatura, condutividade elétrica, potencial hidrogeniônico, potencial redox, oxigênio dissolvido e turbidez.

As amostras são então armazenadas em frascos específicos sendo mantidas em temperatura de 4ºC (± 2°C) para posterior entrega ao laboratório.

Amostragem de água subterrânea em poço de monitoramento pelo método de purga de volume determinado (bailer)

Amostragem de água para consumo humano

A Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017, do Ministério da Saúde, estabelece que a água destinada ao consumo humano deve ter sua qualidade controlada.

A qualidade da água é avaliada por meio de análises químicas, organolépticas, físico-químicas e microbiológicas. Os laudos de análise constituem fonte de informação fundamental à Vigilância Ambiental, Sanitária e Epidemiológica no monitoramento da qualidade da água para consumo humano e adoção de ações de fiscalização, quando necessário e na elucidação de surtos de doenças veiculadas pela água.

A amostragem de água para consumo humano pode ser realizada em:

  • Sistemas de distribuição;
  • Águas superficiais;
  • Poços freáticos e profundos.
Amostragem de água para consumo humano

Amostragem de água bruta em poço tubular

O poço tubular, conhecido popularmente como poço artesiano, é uma obra complexa de engenharia destinada à captação de água subterrânea.

Para coleta de amostras em poços profundos, a água do poço deve ser bombeada por tempo suficiente para eliminar a água estagnada na tubulação.

A coleta deve ser realizada em uma torneira próxima da saída do poço ou na entrada do reservatório.

Se necessário, a torneira pode ser desinfetada com aplicação de uma solução de hipoclorito de sódio 100mg/L. Neste caso, o excesso de hipoclorito de sódio deve ser removido antes da coleta. Também deve ser realizada a determinação de cloro residual livre se o poço for clorado.

Durante a coleta são monitorados os parâmetros físico-químicos indicadores de qualidade, tais como: temperatura, condutividade elétrica, potencial hidrogeniônico, potencial redox, oxigênio dissolvido e turbidez.

As amostras são então armazenadas em frascos específicos para posterior entrega ao laboratório.

Amostragem de água bruta em poço tubular

Amostragem de água superficial

A amostragem de água superficial é realizada entre 0 e 30 cm da lâmina d’água. Pode ser coletada com o auxílio de um balde de aço inox, batiscafo e garrafas, ou diretamente do corpo d’água.

O balde de inox deve ser confeccionado em aço inox AISI 316L polido, para evitar incrustações nas costuras de solda, e apresentar volume adequado para a finalidade da amostragem. Deve ser autoclavado para as coletas microbiológicas. Em amostragens onde não é exigida a esterilidade do balde, o mesmo deve ser ambientado com água do próprio local, antes da coleta propriamente dita.

O coletor com braço retrátil permite que se alcance o local desejado para coleta, mesmo permanecendo na margem. Dependendo dos ensaios a serem realizados, o copo coletor pode ser de plástico inerte, acrílico ou aço inox AISI 316L, e deve ser liso ou polido para evitar incrustrações.

O batiscafo é empregado para coletar amostras que não podem sofrer aeração, como aquelas destinadas aos ensaios de oxigênio dissolvido e sulfetos. Consiste de um tubo cilíndrico, confeccionado em aço inox AISI 316L polido, em cujo interior coloca-se um frasco de vidro de boca estreita e tampa esmerilhada de 300mL (frasco de DBO). A água a ser amostrada entra por um tubo localizado na parte superior central da tampa e atinge o interior do frasco, permitindo que o ar contido seja expulso por um orifício lateral à medida que ele vai sendo preenchido com água.

Amostragem de água superficial

Amostragem de sedimentos

A seleção dos pontos de coleta de sedimentos deve considerar, além do objetivo do estudo, os tipos de ambiente, os locais de lançamento da carga de poluentes e os padrões de vazão, velocidade e sentido da corrente.

Qualquer que seja o tipo de ambiente amostrado (rios, lagos, reservatórios, estuários e oceanos), a coleta para avaliação da qualidade de sedimentos (biológica, física e química) geralmente ocorre nas áreas de deposição de sedimentos finos (argila), já que normalmente são nesses locais que os contaminantes são retidos e a comunidade bentônica é mais desenvolvida.

Em lagos, reservatórios e estuários o acúmulo de partículas finas ocorre na região mais profunda; em rios, nas margens deposicionais e nas áreas de remansos.

Em estudos de sedimentos são considerados essenciais a avaliação dos seguintes parâmetros: pH (potencial hidrogeniônico), Eh (potencial redox), conteúdo orgânico (carbono orgânico total - COT ou resíduos voláteis), sulfetos volatilizáveis em ácido (SVA), granulometria, umidade e teor de matéria orgânica. Em água de fundo, nitrogênio amoniacal e oxigênio dissolvido são parâmetros importantes para acompanhar ensaios ecotoxicológicos e de bentos.

Em estudos de sedimento há de se considerar também a variabilidade temporal, já que as variações sazonais podem influenciar a disponibilidade de contaminantes. Em reservatórios, a dinâmica de circulação/estratificação altera a relação de oxirredução das camadas profundas de água e, em períodos de seca, a exposição do sedimento marginal.

Em rios, ocorre deposição de sedimentos finos no período da seca e lavagem desse material nas chuvas. Para estudos de caracterização e diagnóstico e programas de monitoramento da qualidade de sedimentos, uma única coleta anual no período de seca pode ser adequada.

Amostragem de sedimentos

Amostragem de efluentes líquidos

A importância da análise dos efluentes líquidos tem aumentado devido a necessidade de avaliar o possível impacto de seu lançamento em cursos de água e na rede pública coletora de esgotos.

Para um melhor entendimento das diferentes características dos efluentes líquidos, os mesmos podem ser classificados de acordo com sua origem:

  • efluentes industriais;
  • efluentes industriais em esgotos domésticos;
  • efluentes de plantas de incineração de resíduos sólidos; e,
  • efluentes percolados gerados em aterros sanitários e industriais.

Acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro (CGCRE), a Éllu Ambiental executa amostragens de efluentes líquidos em sistemas de remediação e sistema de tratamento de efluentes, em conformidade com a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017.

Em relação à amostragem de efluentes líquidos em sistemas de remediação, a coleta é realizada na saída do sistema, após tratamento da água. Os parâmetros a serem analisados no laboratório são definidos de acordo com as necessidades de cada projeto.

Para a amostragem de efluentes líquidos em estação de tratamento de efluentes (ETE) deve-se selecionar pontos de amostragem bem representativos da amostra de água a ser examinada.

A coleta pode ser realizada através de um balde de inox ou coletor com braço retrátil. As amostras são então armazenadas em frascos específicos para posterior entrega ao laboratório.

Amostragem de efluentes líquidos

Monitoramento da água subterrânea por meio de medidor eletrônico de interface água/óleo

Para verificar a profundidade do nível d’água nos poços de monitoramento, bem como a presença de espessuras de fase livre de produto sobrenadante ao aquífero, é realizado o monitoramento da água subterrânea, através da utilização de um medidor eletrônico de interface água/óleo.

O monitoramento ainda permite obter informações dos poços, tais como:

  • profundidade;
  • diâmetro;
  • condições gerais de conservação;
  • odor e indícios visuais de contaminação.

O medidor eletrônico de interface água/óleo é descontaminado entre cada medição através da lavagem com água deionizada e detergente neutro não fosfatado, a fim de evitar a contaminação cruzada entre os poços monitorados.

Monitoramento da água subterrânea por meio de medidor eletrônico de interface água/óleo

Ensaios de condutividade hidráulica

O ensaio conhecido como teste de slug é realizado em nível variável (zona saturada), em que é aplicada uma carga ou descarga através da introdução ou remoção súbita de um volume (sólido cilíndrico de volume conhecido) dentro do poço, de forma que o nível d’água seja elevado ou rebaixado instantaneamente. Quando o volume é removido, o teste é conhecido como Bail Test e, quando adicionado, Slug Test.

O resultado do monitoramento é uma curva de rebaixamento ou recuperação do nível da água com o tempo. Desta curva são extraídos os parâmetros que, juntamente com as características geométricas do poço, fornecem o valor de condutividade hidráulica.

Para execução dos ensaios de condutividade hidráulica, são necessários os seguintes equipamentos:

  • Cilindro com volume conhecido (tarugo);
  • Medidor eletrônico de nível d’água;
  • Transdutor de pressão; e,
  • Computador portátil com software Winslug® instalado.

O transdutor de pressão transforma a coluna d’água em sinal elétrico que, por sua vez, é transformado em sinal digital por um aparelho receptor que envia os sinais para o computador portátil.

Os dados são então tratados pelo técnico, e calcula-se a condutividade hidráulica pelo método de Hvorslev (1951).

Ensaios de condutividade hidráulica

Acompanhamento técnico em serviços de campo para suporte à Consultorias e Gestores de Projetos

Por possuir uma equipe multidisciplinar, a Éllu Ambiental conta com profissionais capacitados e experientes em serviços técnicos de campo, tais como:

  • Acompanhamento de equipes de sondagem para coleta de amostras de solo;
  • Descrição litológica e reconhecimento de camadas hidroestratigráficas; e,
  • Acompanhamento de equipes para instalação de poços de monitoramento rasos e multiníveis.
Acompanhamento técnico em serviços de campo para suporte à Consultorias e Gestores de Projetos